quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Melinda – não terminado

Bem, eu comecei esse texto depois de um sonho, mas sonhos foram feitos para que esquecesse deles depois de abrir os olhos, a unica coisa que eu lembro era que o sonho ea de uma maldade interresantíssima, porém me concentrei tanto no começo do sonho que acabei por esquecer o meio e o final, pois é, decepcionante. Se alguém quiser fazer uma continuação fique a vontade, assim como correções!

Ah sim, eu escrevi duas versões, nenhum realmente me agradou.

Versão 1:

Melinda recusava-se a ir embora e ao contrário de sua reação habitual não fez nenhuma birra, não ameaçou a si mesma e nem a ninguém próximo a ela ou ao seus pais, a promessa dessa vez seria apenas voltar pior, porém era uma promessa silenciosa, revelada somente a mim, e sim, ela acreditava que era possível piorar. Apenas me deu um beijo rápido e seco e me mandou ir embora sem me olhar. “Vá”, foi apenas o que me disse com seu típico tom de quem manda, e eu, acostumado a obedecer, fiquei parado para variar. “Vamos, saia do caminho para que elas possam entrar”, esse era o tom ‘eu quero agora’, olhei para trás e vi uma fila de meninas, coitadas, que tentavam parecer-se com Melinda, ela era linda, maravilhosa, mas também era a maldade em forma humana, pobre das pessoas que se deixavam enganar pela sua aparência de boneca: seu cabelo em um tom entre castanho claro e cinza escuro na altura dos ombros, cuidadosamente enrolado nas pontas por uma de suas varias empregadas, seu rosto pálido contrastando com o rouge e o batom vermelhos e o verde dos olhos, naturalmente penetrantes realçados com um forte contorno preto, seu vestido de mangas fofas e suas luvas brancas que se encontravam, o rodado na altura do joelho, meias brancas com sapatinhos de boneca, uma bolsa da cor do vestido e claro, um chapéu para os dias em que o sol poderia incomodar. Quem olhasse veria uma menina, eu via uma mulher que despertava o pior de mim e eu, o melhor dela.
Eu? Apenas mais uma de suas vontades fora do comum.

Versão 2:

Ela apenas disse “vá” com seu típico tom mandão sem me olhar nos olhos, e eu que nunca fui de obedecer, ao contrario de todas as pessoas ao redor dela, fiquei parado, “vamos, saia do caminho para que as meninas entrem e se acomodem” esse era o tom “quero agora!”, e ela virou-se de costas para mim, peguei no seu braço e a virei para mim, beijei a como fazia quando estávamos sós, ela interrompeu o beijo e sussurrou em meu ouvido “não faça parecer um adeus, você sabe que eu vou voltar”, suas palavras eram sempre frias e diretas, jogos? só na cama. Melinda parecia inabalável, nunca demonstrara qualquer sinal de que tivera um coração. Parecia uma menina com seu cabelo em um tom entre castanho claro e cinza escuro na altura dos ombros, cuidadosamente enrolado nas pontas por uma de suas varias empregadas, seu rosto pálido contrastando com o rouge e o batom vermelhos, seu vestido de mangas fofas e suas luvas brancas que as encontravam, rodado na altura do joelho, meias brancas com sapatinhos de boneca, uma bolsa da cor do vestido e claro, um chapéu para os dias em que o sol poderia incomodar, mas poucos conheciam a mulher e a mente por trás de tanto pano e maquiagem, eu conhecia a ambos. Melinda era a maldade, a suprema maldade acostumada a ser obedecida, tinha vários empregados que trabalhavam escravamente dia e noite para atendê-la, tinha centenas de ‘amigos’, afinal quem não conhecia Melinda________? E claro sua gangue, não que essas lindas moças ao redor de Melinda usassem armas ou ameaças, a única que ameaçava era Melinda que acabava com vidas usando apenas gestos, essas ‘damas’ pareciam ter saído do armário onde as roupas de Melinda eram guardadas

Melinda e suas bonequinhas de porcelana, ela era a líder, somente ela pensava, somente ela mandava e ninguém, por mais maldade que seus pedidos exigissem, recusava-se ou tentava sair do grupo, alias todas queriam entrar no grupo, facilitava muito a vida, porém havia um simples processo seletivo executado por Melinda, e somente por ela, somente ela sabia como escolher uma menina e o porque, convenhamos, ela não admitia a si mesma, era doloroso, talvez não para uma pessoa normal, mas para Melinda sim. Depois de uma noite e tanto, diga-se de passagem, eu arranquei dela como as pobres garotas eram eleitas, e vi que era mais simples do eu imaginava: a garota deveria primeiro chamar a atenção de Melinda pela sua beleza, na maioria das vezes não pelo conjunto, mas por uma parte do corpo …

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